quinta-feira, 27 de março de 2008

PNG NO DIÁRIO ECONÓMICO

Diário Económico, edição de 27 de Março de 2008.
Página 24.
"Na frente da batalha pela conservação"
"Eu adoro esta terra"
Greg Carr
Para aceder ao documento, carregue com
o rato sobre a imagem.



segunda-feira, 24 de março de 2008

O "PNG" NA CIDADE DA BEIRA

A Equipe do Turismo do Parque Nacional da Gorongosa (Pedro, Hendrik, Emilia, Nirza, Quisito e Filipe) efectuou uma divulgação do do Parque e das suas belezas na cidade da Beira nos dia 14 e 15 de Março na Pastelaria Fatbelle localizada no primeiro andar do Shoping Bulha.

Foram apresentadas as "Excursões à Gorongosa" em várias modalidades: desde 1 dia na Gorongosa (ida e volta no próprio dia) até 2 dias na Gorongosa (com opção de visita às Cascatas do Murombodzi). Foram ainda projectados filmes da Gorongosa, distribuídos folhetos do Chitengo, e vendidos Calendários, T-Shirts, Polos e Bonés.

Juntamos algumas fotos do evento, que foi divulgado pela Rádio Moçambique.

segunda-feira, 10 de março de 2008

No âmbito da Campanha “Conservemos” a Serra da Gorongosa”

Programa Florestal iniciou já com algumas acções concretas
A Serra da Gorongosa, na província de Sofala, está a voltar lentamente ao seu estado natural com a recuperação de parte do seu ecossistema florestal destruído em consequência da prática da agricultura e das queimadas descontroladas. A campanha denominada “Conservemos a Serra da Gorongosa” levada a cabo pelo Parque Nacional da Gorongosa (PNG), actualmente sob a gestão conjunta da Carr Foundation e do Governo Moçambicano por um período de 20 anos, tem a finalidade de em conjunto com as comunidades locais conservar os recursos naturais, como o solo, os rios e a vegetação, com vista a melhorar o meio ambiente para o bem-estar das pessoas que habitam a Serra. O Programa Florestal está sendo desenvolvido em parceria com a comunidade residente através de plantio de novas árvores nativas como forma de precaver do perigo eminente do desaparecimento da floresta. Um perigo que é extensivo à comunidade humana que vive nas proximidades da pequena cadeia montanhosa acima referida.
De acordo com a gestora do Programa Florestal, engenheira Regina Cruz, uma mulher com experiência em programas integrados na agricultura e na floresta, a acção está a decorrer a um ritmo lento atendendo e considerando que dezenas de hectares identificados como críticos nas encostas da Serra da Gorongosa ainda necessitam de ser trabalhados. No entanto tem sido plantadas árvores como a Umaua, Umbila, Panga-panga, Chanfuta e outras espécies de árvores nativas. Segundo a fonte, o programa possui bastantes desafios, tendo em conta que se pretende paulatinamente substituir alguns hábitos existentes por outros que protejam o solo e ao mesmo tempo garantam um nível produtivo capaz de manter as machambas por um período mais longo, no mesmo local. “As queimadas que geralmente são usadas para limpeza dos campos de cultivos, ou para a retirada de alguma colmeia, terminam em fogos descontrolados destruindo a vegetação e em alguns casos as habitações mais próximas, constituem também um problema agravante para a conservação da Serra.” – referiu. As queimadas descontroladas que grassam e alteram a beleza desta zona de conservação, são feitas, muitas vezes, sem ter em mente a importância vital que as florestas têm no fornecimento de oxigénio ao planeta, numa altura em que o mundo está preocupado com o problema de aquecimento global. Estes factores favorecem a erosão, que está rapidamente a destruir as florestas exuberantes da Serra da Gorongosa, em consequência da acção humana de mais de duas mil pessoas que nela habita, caracterizada pela destruição massiva das árvores para a abertura de campos de cultivos
.

Uma paisagem de um campo de cultivo nas encostas da Serra
Estabelecidos três viveiros para o Programa Florestal

Ainda neste contexto, foram estabelecidos três viveiros, em finais de 2006, dois localizados em Nhancunco e o terceiro em Canda, envolvendo na actualidade 44 trabalhadores. Prevendo-se, no entanto, um aumento de trabalhadores em número até então não especificado brevemente para as áreas que ainda não foram abrangidas na serra. Os viveiros produzem mudas de plantas de Umbila, Panga-panga, Chanfuta e Messassa , espécies que ocorrem naturalmente na Serra.

Viveiro do Programa Florestal em Nhancuco

De acordo com Ângelo Vicente, supervisor comunitário, equipas locais estão neste momento a plantar novas árvores, bem como algumas gramíneas de tipo Cyperus sp, nome científico conhecido localmente por Ndókwé ou Ululu usado para a feitura de esteiras, nos locais com maior erosão, nomeadamente nas margens dos rios e nas encostas despidas de vegetação, incluindo campos de cultivos abandonados, enquanto continua o processo de identificação de mais áreas que devem ser protegidas. Portanto, em alguns terrenos já se pode observar plantas em franco crescimento com o caule a medir entre cinco e 25 centímetros.
O processo de replantação de árvores tem lugar, igualmente, em campos de cultivos que ainda estão sendo explorados localizados em terrenos susceptíveis à erosão, mediante a aceitação do pedido pelos seus respectivos proprietários, depois de uma sensibilização sobre os riscos ambientais e humanos se as pessoas continuarem a praticar a agricultura naquelas zonas. Lopes Braga, é dos agricultores do povoado de Nhancuco, que consciente dos problemas ambientais e humanos eminentes nos maciços da Gorongosa derivados entre vários factores por prática da agricultura nas encostas da serra, depois de ser persuadido pelo pessoal do Programa Florestal do PNG, cedeu a sua machamba ainda presentemente com a cultura de feijão para ser substituída por árvores dentro da campanha em alusão. Neste pedaço de terra de cerca de hectare e meio já se podem se ver várias novas plantas nativas . E o camponês, segundo a nossa fonte, conta com uma nova porção de terra onde vai passar a trabalhar o solo para produzir os seus produtos agrícolas para a alimentação e a venda a fim de obter o sustento da família, isto a partir do próximo ano.


Uma machamba, ainda com a cultura de feijão, reflorestada em Nhancuco

O regulado de Canda é a região da Gorongosa beneficiada pela actividade de replantação das árvores em campos de cultivos abandonados por motivo de fraca produtividade agrícola, volvidos que foram vários anos de uma agricultura intensiva usando técnicas rudimentares que concorrem para um rápido empobrecimento dos solos. O dilema de desflorestação em Canda é mais acentuado na montanha Nhamadze, que de uma floresta densa nos anos 80 agora ficou "careca", com uma fracção de 80 por cento das suas árvores derrubadas indiscriminadamente para satisfazer o desejo do Homem de produzir batata e algodão, principais fontes de rendimentos dos agregados familiares do distrito da Gorongosa, incluindo feijão e milho. Mormente, o PNG está atrás dos prejuízos plantando novas árvores em terrenos abandonados pelos agricultores. De acordo com Inácio Tomás, supervisor da Serra, o PNG conseguiu reflorestar até então aproximadamente três hectares com plantas nativas diversas. A montanha Nhamadze, em tempos idos era venerada pela população da região como um local sagrado. Quando numa determinada época agrícola a chuva demorava cair os residentes de Canda e o seu régulo iam para Nhamadze realizar cerimónias tradicionais de petição aos antepassados para que o Nhamadze dê madze (água). Nhamadze, termo do vocabulário do grupo étno-linguístico Sena, cujo significado literal em português significa fonte de água, ou seja, nha (de; que gera) e madze (água), gradualmente volta a revestir das árvores que os agricultores locais deitaram abaixo nos últimos anos tirando-lhe o poder sagrado.
Paralelamente, está sendo desenvolvido um programa de educação para a conservação do meio ambiente em colaboração com os líderes locais para controlar a desflorestação, bem como o patrulhamento da Serra pelos fiscais comunitários. Aconselhando, por conseguinte, os camponeses a praticar agricultura orgânica. Segundo Regina Cruz, a agricultura orgânica, caracterizada pelos princípios de não queimadas, estrume e permacultura, rotação de culturas e leguminosas, é ambientalmente sustentável e aumenta o produto das colheitas.

Plantar pela Vida

A campanha “Conservar a Serra” está sendo implementada com o envolvimento de vários parceiros locais, destacando-se o Serviço Distrital da Educação, Juventude e Tecnologia do Distrito da Gorongosa. As escolas primárias, designadamente a de Nhambita, de Nhancuco, de Canda e de Casa-Banana, sob a alçada deste sector disponibilizam a mão-de-obra para o projecto Plantar pela Vida e em recompensa, o PNG ajuda as comunidades locais a construir melhores escolas, caso da comunidade de Vinho, distrito de Nhamatanda, que se beneficiou recentemente de uma escola nova, instalação de telecentros comunitários, citando o exemplo da Vila da Gorongosa bem como um Centro de Saúde tipo II. Conforme Regina Cruz, é neste entendimento que foram plantadas 500 novas árvores, com maior predominância de Chanfuta e Umbaua, nas redondezas da Escola Primária do 1° Grau de Nhancuco, envolvendo 35 alunos da 1ª a 5ª classes deste estabelecimento de ensino em Outubro de 2007. Neste ano, a sub-campanha “Plantar pela Vida”, prevê aumentar o plantio de 500 para 1.500 árvores indígenas em locais a serem identificados na Serra da Gorongosa. Lembre-se que, a Serra da Gorongosa, no centro de Moçambique, com uma altitude de 1.863 metros, alberga uma vasta diversidade de espécies vegetais, animais, incluindo espécies raras de aves, como o Papa-figos-de-cabeça-verde e a Felosa-real.


Vista do ponto mais alto da Serra da Gorongosa (Gogogo) rodeado pelas nuvens

Carlitos José Sunza
(Departamento de Comunicacão do PNG)

PNG - VISITA DO MINISTRO DAS PESCAS DE ANGOLA

IMAGENS RECOLHIDAS DURANTE A VISITA
DO ILUSTRE HÓSPEDE DO "PNG"
Acampamento do Chitengo.
O Ministro e demais comitiva à chegada.

Acampamento do Chitengo.
O Ministro Angola posa, com Vasco Galante,
frente aos seus aposentos.
Em pleno Safari.
O Ministro das Pescas de Angola junto a
Mateus Mutemba, Director para o Desenvolvimento
Humano no Parque Nacional da Gorongosa.
A comitiva do Ministro Angolano na sala de vídeo
do Acampamento do Chitengo.
Informações detalhadas em:

quarta-feira, 27 de fevereiro de 2008

EXPEDIÇÃO AO "GOGOGO" - SERRA DA GORONGOSA

Olá a todos,
Alguns membros da Equipa de Turismo do Parque Nacional da Gorongosa decidiram ir reconhecer o terreno e testar as suas capacidades físicas efectuando uma expedição até ao Gogogo, o cume mais alto da Serra da Gorongosa (curiosamente Gogogo foi o nome que escolhemos para o boletim de notícias sobre o Parque !).

Depois de uma caminhada de 6 horas a partir do campo base em Nhancuco (situado a sensivelmente 600 m de altitude) chegámos ao Gogogo, que se eleva a 1.863 m acima do nível do mar. Foi uma caminhada um pouco dura para os mais enferrujados mas largamente recompensadora pela esplendorosa paisagem e pelas sensações transmitidas em momentos mágicos como o nascer do sol !
No dia seguinte o regresso demorou apenas 4 horas (de facto um pouco mais rápido mas também com algumas "escorregadelas") e ainda visitámos as fantásticas cascatas do Murombodzi ! Apreciem então alguns dos momentos da nossa expedição.
(Vasco Galante)
O grupo à partida de Nhancuco, já em plena Serra da Gorongosa:
O grupo no topo da Serra já recuperado da caminhada de 6 horas:
Uma das paisagens que se podem apreciar no planalto interior junto ao cume Gogogo

O caminho final de acesso ao Gogogo


Finalmente,o cume da Serra da Gorongosa.

segunda-feira, 25 de fevereiro de 2008

NENÚFARES NOS TANDOS DO PNG

Fotografias e mensagem enviadas por Vasco Galante,
Director para a Comunicação do Parque Nacional da Gorongosa.
Caros Amigos,Os tandos da Gorongosa continuam com bastante água mas nos últimos 3 dias surgiu este "espectáculo" junto à Casa dos Leões e achei que vocês iam gostar de saber e ver !Um abraço,Vasco
Os nosso agradecimentos



quinta-feira, 7 de fevereiro de 2008

BOB POOLE FILMA NO PARQUE NACIONAL DA GORONGOSA

Algumas das imagens colhidas durante o trabalho
de Bob Poole no Parque Nacional da Gorongosa.
Captação de imagens no terreno.

Tomada de imagens aéreas sobre os tandos do PNG

Com Greg Carr, a sua equipa e guias nas "Codzo Caves"
Em trabalho no interior da caverna.

sexta-feira, 1 de fevereiro de 2008

FOTOGRAFIAS DE HENDRIK POTT AQUANDO DA VISITA DE CELESTINO AO PNG

As fotografias que se seguem foram anexadas ao comantário
enviado por Celestino Gonçaves.
Hendrik Pott e Celestino Gonçalves junto ao helicóptero.

Junto ao helicóptero com os seus companheiros de voo,
incluindo o piloto.

Shopping at Chimoio city.
Nas margens da lagoa das "águas quentes".

Junto a Celestino Gonçalves no interior do helicóptero.

Quando atravessava o rio das "águas quentes"

Hendrik Pott nas falhas de Cheringoma.

quinta-feira, 31 de janeiro de 2008

ACAMPAMENTO DO CHITENGO - HENDRIK POTT COM NOVAS FUNÇÕES

HENDRIK POTT
Novo "Sales Manager" para
o Acampamento do Chitengo.

Hendrik Pott passou a desempenhar as suas novas funções
desde o passado dia 30 de Janeiro,
segundo informações de que dispomos.
O Acampamento do Chitengo conheceu assinaláveis
melhorias durante o tempo em que Hendrik Pott
desempenhou funções de Director do acampamento.

Graças à sua tenacidade, empenho e arte o Chitengo
melhorou como que da noite para o dia.
A restauração melhorou a 100%.
O acolhimento foi sempre de grande classe.
O serviço de quartos passou a ser de primeira.
Dada a bitola a que o Hendrik nos habituou,
ninguém duvida que as suas novas funções
serão desempenhadas com o mesmo denodo,
delas vindo a ser colhidos os frutos esperados.
Desejamos a Hendrik Pott o maior sucesso,
para bem do PNG, da equipa da Fundação Carr e,
porque não, de todos nós.
Preparado-se para mais um voo sobre o Parque,
em helicóptero.

Junto às quedas de água, na Serra da Gorongosa.

Junto a Vasco Galante.

Na foto acima, da esquerda para a direita: Berthus Reineke (piloto), Hendrik Pott, Greg Carr e Baldeu Chande.

Na foto, da esquerda para a direita: Celestino Gonçalves, Hendrik Pott, António Elias (Parque Nacional do Limpopo) e William Chagas (Recursos Humanos do PNG).

quinta-feira, 24 de janeiro de 2008

BTL 2008 - PRESENÇA DE MOÇAMBIQUE

Realizou-se em Lisboa de 16 a 20 deste mês a BTL
(Bolsa de Turismo de Lisboa),
para promocionar a Industria do Turismo, a nível Mundial.
Destacamos, de entre todos os expositores oriundos de todos os continentes,
por motivos óbvios,
a agradavel presença do stand de Moçambique.
Noutro espaço (GORONGOSA),
foi já dado o devido relevo ao "Dia de Moçambique",
que teve lugar no dia 18.
Para poder visionar todas as fotografias relacionadas com o evento,
visite o seguinte link: DIA_DE_MOÇAMBIQUE

O stand de Moçambique,
de concepção simples mas de muito bom gosto,
foi visitado por inúmeros interessados em conhecer
as potencialidades turísticas de Moçambique, agora na moda.
Vasco Galante, em representação do Parque Nacional da Goronogosa
(que teve lugar de destaque), desdobrou-se em múltiplos contactos.
Outros investidores, como os grupos Pestana, Visabeira,
Teixeira Duarte, Aga Khan, etc. estiveram também ali representados.

Também a FUTUR (Fundo de Turismo de Moçambique)
ali representada, fez publicar uma brochura de óptima qualidade
gráfica tendo por base os Parques e as Reservas existentes
no vasto território Moçambicano.
Para poder ter acesso a todas as forografias relacionadas
com a presença de Moçambique na BTL,
faça uma visita ao seguinte link:

quarta-feira, 23 de janeiro de 2008

O SEU, A SEU DONO

Ao fim e ao cabo, o "5º Elemento" acabou por receber o
seu Certificado de Voo em balão de ar quente, concedido
pelo piloto do balão João Rodrigues a quem se agradece.

Afinal, acabou por se fazer justiça.
O Joshua tem o seu Certificado, conforme
a gravura o documenta...

BALONISMO - BAPTISMO EM FRONTEIRA - ALENTEJO

A AVENTURA PASSO A PASSO

Tudo começa manhã cedo. Prepara-se o cesto.

Depois de verificado o cesto, aprontam-se os queimadores.

Olhares entendidos na matéria verificam a operação...

Depois, há que montar os queimadores no cesto.

Os queimadores são devidamente testados.

A seguir, estica-se o balão.

De seguida, procede-se ao seu enchimento com o
auxílio de uma ventoínha de respeito.

O balão começa a erguer-se e a tomar forma.

Está tudo preparado para dar início à aventura.

A ascensão começa, vagarosamente.

Há que dar "gaz" para subir ainda mais.

A aventura começou e a paisagem é deslumbrante.

Mal se percebe que voamos e os nossos pés se encontram
bem longe do chão.

Tempo para entrevistas e boa disposição.

A paisagem continua deslumbrante...

...mas chegou a hora de baixar à terra.

A aterragem é suave e põe fim à aventura.

Os participantes, já com o pé em terra firme,
posam para a posteridade, após tamanha epopeia.

Um lanche "à maneira" é preparado.
Bom queijo. Bom pão. Bom chouriço. Bom salpicão. Bom vinho.
Tudo do melhor, para quem merece...
À pala de dar uma ajuda nos trabalhos de arrumo dos equipamentos,
há sempre quem apareça para dar uma dentada num bom naco
de queijo amanteigado... grande Celestino! Sempre um prazer.
É hora de proceder aos brindes, comemorando o acontecimento.
Os respectivos certificados de voo são entregues aos ilustres aventureiros,
pela mão do nosso competente piloto, João Rodrigues.

É hora de regresso.
Abandona-se o "campo de batalha", conforme se pode...
a pé ou a cavalo num jeep.
Os Quatro Magníficos que arriscaram as suas tão preciosas vidas,
participando em tão arrojada aventura,
cujo desenlace é sempre
difícil de prever...


HUUUUPPPSSS!!!
Por pouco era esquecido o 5º Elemento...
Esteve lá, voou, mas não teve direito a certificado de voo...
vá-se lá saber porquê...
Veja a reportagem completa em:

Um grande agradecimento ao João e à Rita.
Os momentos que nos ofereceram serão inesquecíveis.