Diário Económico, edição de 27 de Março de 2008.
Página 24.
"Na frente da batalha pela conservação"
Greg Carr
o rato sobre a imagem.
Foram apresentadas as "Excursões à Gorongosa" em várias modalidades: desde 1 dia na Gorongosa (ida e volta no próprio dia) até 2 dias na Gorongosa (com opção de visita às Cascatas do Murombodzi). Foram ainda projectados filmes da Gorongosa, distribuídos folhetos do Chitengo, e vendidos Calendários, T-Shirts, Polos e Bonés.
Juntamos algumas fotos do evento, que foi divulgado pela Rádio Moçambique.
A Serra da Gorongosa, na província de Sofala, está a voltar lentamente ao seu estado natural com a recuperação de parte do seu ecossistema florestal destruído em consequência da prática da agricultura e das queimadas descontroladas. A campanha denominada “Conservemos a Serra da Gorongosa” levada a cabo pelo Parque Nacional da Gorongosa (PNG), actualmente sob a gestão conjunta da Carr Foundation e do Governo Moçambicano por um período de 20 anos, tem a finalidade de em conjunto com as comunidades locais conservar os recursos naturais, como o solo, os rios e a vegetação, com vista a melhorar o meio ambiente para o bem-estar das pessoas que habitam a Serra. O Programa Florestal está sendo desenvolvido em parceria com a comunidade residente através de plantio de novas árvores nativas como forma de precaver do perigo eminente do desaparecimento da floresta. Um perigo que é extensivo à comunidade humana que vive nas proximidades da pequena cadeia montanhosa acima referida.
Viveiro do Programa Florestal em Nhancuco
Uma machamba, ainda com a cultura de feijão, reflorestada em Nhancuco
Vista do ponto mais alto da Serra da Gorongosa (Gogogo) rodeado pelas nuvens
O grupo à partida de Nhancuco, já em plena Serra da Gorongosa:

O caminho final de acesso ao Gogogo

Finalmente,o cume da Serra da Gorongosa.

Hendrik Pott passou a desempenhar as suas novas funções
Junto às quedas de água, na Serra da Gorongosa.
Junto a Vasco Galante.

Na foto acima, da esquerda para a direita: Berthus Reineke (piloto), Hendrik Pott, Greg Carr e Baldeu Chande.
Na foto, da esquerda para a direita: Celestino Gonçalves, Hendrik Pott, António Elias (Parque Nacional do Limpopo) e William Chagas (Recursos Humanos do PNG).
Depois de verificado o cesto, aprontam-se os queimadores.
Olhares entendidos na matéria verificam a operação...
Depois, há que montar os queimadores no cesto.
Os queimadores são devidamente testados.
A seguir, estica-se o balão.
O balão começa a erguer-se e a tomar forma.
Está tudo preparado para dar início à aventura.
A ascensão começa, vagarosamente.
Há que dar "gaz" para subir ainda mais.
A aventura começou e a paisagem é deslumbrante.
Tempo para entrevistas e boa disposição.
A paisagem continua deslumbrante...
...mas chegou a hora de baixar à terra.
A aterragem é suave e põe fim à aventura.