sábado, 31 de maio de 2008
RODRIGUES DOS SANTOS (RTP) REGRESSA ÀS ORIGENS
sexta-feira, 30 de maio de 2008
MOÇAMBIQUE EM DVD
é acompanhada pela publicação de dois DVD sobre a
realidade Moçambicana. Alguns excertos sobre o PNG
podem neles ser visionados.
quarta-feira, 14 de maio de 2008
ROAD SHOW DO "PNG" POR TODO O PAÍS
Estamos a formar uma equipa cueza e profissional nas várias vertentes por isso todo o input que possa-mos ter é para mim pessoalmente e profissionalmente muito benéfico.
O meu muito obrigado pelo trabalho que divulga e nosso trabalho.
Pedro Canteiro
Pedro Canteiro está no Parque Nacional da Gorongosa desde Agosto de 2007, como Gestor vindo da Suiça e esteve como Director de Alimentação e Bebidas no Hotel Avenida em Maputo nos ultimos 4 anos ou seja desde da abertura em 2003.
Por cá tem sido grande as mudanças que se tem feito desde então, criando um Chitengo mais profissionalizado. Acho que quando vier cá a proxima vez vai encontrar bastantes coisas novas.
Sinceros cumprimentos
LEÕES NO PNG
quinta-feira, 8 de maio de 2008
AGRICULTURA ORGÂNICA NA GORONGOSA
João Jongue
O camponês João Jongue, do bairro Mangu, vila da Gorongosa,
Por outro, segundo a fonte evita o desbaste de terras,
O nosso interlocutor diz que o seu sistema de produção
“Eu uso uma técnica muito simples,
“Se uma machamba é feita com recurso a técnicas de agricultura
Estrutura do solo na machamba do João Jongue
João Jongue conta que graças a esta praxe de agricultura sustentável
Segundo narra, no primeiro ano de experiência fez o
O camponês diz que para evitar o alastramento do fogo
Na machamba que visitamos, localizada numa das margens
João Jongue, 70 anos de idade, casado,
Entretanto, a direcção do Parque Nacional da Gorongosa
Efeitos das queimadas nas machambas tradicionais
Por outro lado, João Jongue encaixa-se a priori no plano
Moçambique é detentor de uma economia que tem
Carlitos Sunza
Departamento de Comunicação/PNG
quarta-feira, 7 de maio de 2008
É FÁCIL, É BARATO, E DÁ MILHÕES...
segunda-feira, 5 de maio de 2008
MOÇAMBIQUE (QUASE) À LA CARTE
Pestana Inhaca Lodge e Dugong Beach Lodge

INHAMBANE e BAZARUTO
Unidades hoteleiras:
Flamingo Bay Water Lodge e Pestana Bazaruto Lodge
BENGUERRAUnidades hoteleiras:
Marlin Lodge e Benguerra Lodge
QUIRIMBASUnidades hoteleiras:
Matemo Island Resort e Medjumbe Private Island
BAZARUTO e PEMBAUnidades hoteleiras:
Indigo Bay Resort & Spa
QUIRIMBAS (Quilalea Island) e KRUGER PARK
Circuito "Maravilhas de Moçambique"
Maputo, Kruger Park, Quirimbas, Bazaruto e
Reserva Nacional do Niassa.
Circuito " Panorama de Moçambique"Maputo, Inhaca e Bazaruto
sexta-feira, 25 de abril de 2008
FÉRIAS NA GORONGOSA - DIÁRIO ECONÓMICO
...E resiste também no Parque Nacional da Gorongosa,
quarta-feira, 23 de abril de 2008
INAUGURADOS ESCRITÓRIOS DO COMITÉ DE SUPERVISÃO
O acto orientado pelos membros do Comité de Supervisão,
Trata-se de instalações do edifício que anteriormente
O acto orientado pelos membros do Comité de Supervisão,
O Comité de Supervisão, à luz do Acordo de
O evento serviu, igualmente, para assinatura conjunta
Recorde-se que, o PNG havia programado para
Mais pormenores em www.gorongosa.net
Chitengo (Parque Nacional da Gorongosa), 17 de Abril de 2008
Vasco Galante e Carlitos Sunza
Departamento de Comunicação - Parque Nacional da Gorongosa
E-mail: vasco@gorongosa.net / Mobile: (+ 258) 82 2970010
terça-feira, 22 de abril de 2008
FIM DE SEMANA NO "PNG" POR 2.452$00...
segunda-feira, 21 de abril de 2008
PASSADOS TRÊS ANOS - AÍ ESTÃO OS FRUTOS...
Parque Nacional da Gorongosa:
A benção, pelo Régulo João Chitengo, do Acordo de Gestão Conjunta do PNG entre o Governo moçambicano e a Fundação Carr foi um dos pontos altos das celebrações efectuadas em Chitengo no dia 11 de Abril.
Segundo o Director de Operações e Infraestruturas do PNG, João Viseu, o acordo que envolve, como se disse, o Governo moçambicano, representado por Bernardo Beca Jofrisse, nomeado pelo Ministro do Turismo, e a Fundação Carr, representada pelo respectivo presidente, Greg Carr, visa, em 20 anos, contados a partir de 2008, devolver ao Parque as condições de atractividade turísticas que o caracterizaram nos anos 70, onde se atingiu o pico de sempre com cerca de 22 mil turistas.
O documento, com mais de 130 páginas, assinado em finais de 2007, decorridos que foram cerca de três anos de negociações entre as partes signatárias do convénio, vai permitir à ONG do filantropo norte-americano acima citado, materializar o seu projecto ambicioso de protecção e de renovação da biodiversidade e dos processos naturais dos ecossistemas do PNG, como também proporcionar o desenvolvimento da Zona Tampão do mesmo através de construção de infra-estruturas sociais públicas, nomeadamente escolas e hospitais, entre outras actividades ligadas ao desenvolvimento social e humano.
João Viseu, afirmou que o grande desafio que espera a nova gestão é desencadear um trabalho de melhoria do Parque da Gorongosa quer em termos de repovoamento de animais e de desenvolvimento das comunidades circundantes do Parque, quer em termos de construção das infra-estruturas básicas sociais e turísticas assim como a capacitação de meios humanos.
“O nosso objectivo é desenvolver a Gorongosa, reintroduzindo animais que desapareceram por várias razões, entre elas o conflito armado terminado em 1992, controlar a qualidade de água que alimenta o Parque e, principalmente, desenvolver a indústria do turismo” – salientou.
“Nós esperamos alcançar estes propósitos. O Greg Carr, pessoa de muita boa vontade, já nos provou o que pode fazer. Vejam só que mesmo antes da assinatura do Acordo de Gestão Conjunta, investiu grandes somas de dinheiro na melhoria das condições das vias de acesso, de acomodação, de alimentação e de safari o que elevou, gradualmente, nos últimos tempos o número de turistas que escalam o PNG para contemplar a beleza da sua paisagens e apreciar a sua potencialidade faunística” – rematou João Viseu.
Por seu turno, Greg Carr, presidente da Fundação a que ostenta o seu nome, disse, em poucas palavras, que o PNG é o mais importante parque do mundo, pelo que urge a necessidade de colaboração de todos para garantir a manutenção deste importantíssimo empreendimento turístico.
Na ocasião, dirigindo-se aos presentes, disse que uma das vantagens em ter o Parque é a criação de muitos postos de trabalho na região. A título elucidativo, presentemente, o PNG emprega 600 trabalhadores, entre efectivos e casuais sendo esta mão-de-obra recrutada na sua maioria nas redondezas do PNG.
Por outro lado, referiu-se à contribuição do PNG para a economia local e nacional. “O Parque está e continuará a receber muitos turistas. Eles pagam muito dinheiro pelo serviço de restauração e de safari, com o qual ajudamos a melhorar a vida dos grupos humanos nas nossas proximidades através de projectos de desenvolvimento comunitário inseridos na nossa política de responsabilidade social” – rematou.
E, por sua vez, a secretária permanente do distrito da Gorongosa, Lina Fafetine Ofiço, que falava à margem das cerimónias, em representação do Administrador do Distrito da Gorongosa, João Oliveira, enalteceu os esforços empreendidos pela Fundação Carr tendentes a desenvolver o PNG e a zona onde se encontra estabelecido.
“O Governo da Gorongosa está muito satisfeito pelas actividades desenvolvidas pelo PNG. Agradece, muito especialmente, à pessoa de Greg Carr que escolheu em primeiro lugar Moçambique, em segundo lugar a Província de Sofala e em terceiro lugar o Distrito da Gorongosa, no meio de todos os países do mundo que poderiam ser preferência do seu investimento”. E, portanto, esperamos ter por muito tempo este homem, segundo diz, apaixonado pelo povo moçambicano”– desejou.
A terminar, aquela dirigente, lembrou a todos o estado em que havia ficado o PNG em consequência do último conflito armado, que afectou seriamente o tecido social, e do que é hoje. “A guerra tinha morto quase todos os animais, mas mormente graças ao Greg o Parque está repovoar-se rapidamente de todas as espécies dizimadas durante os 16 anos de guerra civil entre irmãos. – finalizou.
Mais pormenores em www.gorongosa.net
Chitengo (Parque Nacional da Gorongosa), 13 de Abril de 2008
Vasco Galante e Carlitos Sunza
Departamento de Comunicação - Parque Nacional da Gorongosa
E-mail: vasco@gorongosa.net / Mobile: (+ 258) 82 2970010
quinta-feira, 17 de abril de 2008
HOMENAGEM AO ESPÍRITO DE CHITENGO
Outra vista da assistência presente na cerimónia
Alguns dos convidados da cerimónia: Régulos de Canda (esq.), Tambarara (frente),
Chicare (dir.) e Sadjungira (costas)
Mateus Mutemba (Director de Desenvolvimento Humano do PNG)explica o significado Cerimónia Tradicional, coadjuvado por
Domingos Muala (Professor em Chitengo),
que traduziu para língua Sena.
João Chitengo, irmão do falecido Régulo Chitengo, durante os preparativos da cerimónia, observado por LIna Fafetine
(Sec. Permanente do Distrito da Gorongosa)
e por Greg Carr (Presidente da Fundação Carr).
quinta-feira, 27 de março de 2008
PNG NO DIÁRIO ECONÓMICO
segunda-feira, 24 de março de 2008
O "PNG" NA CIDADE DA BEIRA
Foram apresentadas as "Excursões à Gorongosa" em várias modalidades: desde 1 dia na Gorongosa (ida e volta no próprio dia) até 2 dias na Gorongosa (com opção de visita às Cascatas do Murombodzi). Foram ainda projectados filmes da Gorongosa, distribuídos folhetos do Chitengo, e vendidos Calendários, T-Shirts, Polos e Bonés.
Juntamos algumas fotos do evento, que foi divulgado pela Rádio Moçambique.segunda-feira, 10 de março de 2008
No âmbito da Campanha “Conservemos” a Serra da Gorongosa”
A Serra da Gorongosa, na província de Sofala, está a voltar lentamente ao seu estado natural com a recuperação de parte do seu ecossistema florestal destruído em consequência da prática da agricultura e das queimadas descontroladas. A campanha denominada “Conservemos a Serra da Gorongosa” levada a cabo pelo Parque Nacional da Gorongosa (PNG), actualmente sob a gestão conjunta da Carr Foundation e do Governo Moçambicano por um período de 20 anos, tem a finalidade de em conjunto com as comunidades locais conservar os recursos naturais, como o solo, os rios e a vegetação, com vista a melhorar o meio ambiente para o bem-estar das pessoas que habitam a Serra. O Programa Florestal está sendo desenvolvido em parceria com a comunidade residente através de plantio de novas árvores nativas como forma de precaver do perigo eminente do desaparecimento da floresta. Um perigo que é extensivo à comunidade humana que vive nas proximidades da pequena cadeia montanhosa acima referida.De acordo com a gestora do Programa Florestal, engenheira Regina Cruz, uma mulher com experiência em programas integrados na agricultura e na floresta, a acção está a decorrer a um ritmo lento atendendo e considerando que dezenas de hectares identificados como críticos nas encostas da Serra da Gorongosa ainda necessitam de ser trabalhados. No entanto tem sido plantadas árvores como a Umaua, Umbila, Panga-panga, Chanfuta e outras espécies de árvores nativas. Segundo a fonte, o programa possui bastantes desafios, tendo em conta que se pretende paulatinamente substituir alguns hábitos existentes por outros que protejam o solo e ao mesmo tempo garantam um nível produtivo capaz de manter as machambas por um período mais longo, no mesmo local. “As queimadas que geralmente são usadas para limpeza dos campos de cultivos, ou para a retirada de alguma colmeia, terminam em fogos descontrolados destruindo a vegetação e em alguns casos as habitações mais próximas, constituem também um problema agravante para a conservação da Serra.” – referiu. As queimadas descontroladas que grassam e alteram a beleza desta zona de conservação, são feitas, muitas vezes, sem ter em mente a importância vital que as florestas têm no fornecimento de oxigénio ao planeta, numa altura em que o mundo está preocupado com o problema de aquecimento global. Estes factores favorecem a erosão, que está rapidamente a destruir as florestas exuberantes da Serra da Gorongosa, em consequência da acção humana de mais de duas mil pessoas que nela habita, caracterizada pela destruição massiva das árvores para a abertura de campos de cultivos.
Ainda neste contexto, foram estabelecidos três viveiros, em finais de 2006, dois localizados em Nhancunco e o terceiro em Canda, envolvendo na actualidade 44 trabalhadores. Prevendo-se, no entanto, um aumento de trabalhadores em número até então não especificado brevemente para as áreas que ainda não foram abrangidas na serra. Os viveiros produzem mudas de plantas de Umbila, Panga-panga, Chanfuta e Messassa , espécies que ocorrem naturalmente na Serra.
Viveiro do Programa Florestal em NhancucoDe acordo com Ângelo Vicente, supervisor comunitário, equipas locais estão neste momento a plantar novas árvores, bem como algumas gramíneas de tipo Cyperus sp, nome científico conhecido localmente por Ndókwé ou Ululu usado para a feitura de esteiras, nos locais com maior erosão, nomeadamente nas margens dos rios e nas encostas despidas de vegetação, incluindo campos de cultivos abandonados, enquanto continua o processo de identificação de mais áreas que devem ser protegidas. Portanto, em alguns terrenos já se pode observar plantas em franco crescimento com o caule a medir entre cinco e 25 centímetros.
O processo de replantação de árvores tem lugar, igualmente, em campos de cultivos que ainda estão sendo explorados localizados em terrenos susceptíveis à erosão, mediante a aceitação do pedido pelos seus respectivos proprietários, depois de uma sensibilização sobre os riscos ambientais e humanos se as pessoas continuarem a praticar a agricultura naquelas zonas. Lopes Braga, é dos agricultores do povoado de Nhancuco, que consciente dos problemas ambientais e humanos eminentes nos maciços da Gorongosa derivados entre vários factores por prática da agricultura nas encostas da serra, depois de ser persuadido pelo pessoal do Programa Florestal do PNG, cedeu a sua machamba ainda presentemente com a cultura de feijão para ser substituída por árvores dentro da campanha em alusão. Neste pedaço de terra de cerca de hectare e meio já se podem se ver várias novas plantas nativas . E o camponês, segundo a nossa fonte, conta com uma nova porção de terra onde vai passar a trabalhar o solo para produzir os seus produtos agrícolas para a alimentação e a venda a fim de obter o sustento da família, isto a partir do próximo ano.
Uma machamba, ainda com a cultura de feijão, reflorestada em NhancucoO regulado de Canda é a região da Gorongosa beneficiada pela actividade de replantação das árvores em campos de cultivos abandonados por motivo de fraca produtividade agrícola, volvidos que foram vários anos de uma agricultura intensiva usando técnicas rudimentares que concorrem para um rápido empobrecimento dos solos. O dilema de desflorestação em Canda é mais acentuado na montanha Nhamadze, que de uma floresta densa nos anos 80 agora ficou "careca", com uma fracção de 80 por cento das suas árvores derrubadas indiscriminadamente para satisfazer o desejo do Homem de produzir batata e algodão, principais fontes de rendimentos dos agregados familiares do distrito da Gorongosa, incluindo feijão e milho. Mormente, o PNG está atrás dos prejuízos plantando novas árvores em terrenos abandonados pelos agricultores. De acordo com Inácio Tomás, supervisor da Serra, o PNG conseguiu reflorestar até então aproximadamente três hectares com plantas nativas diversas. A montanha Nhamadze, em tempos idos era venerada pela população da região como um local sagrado. Quando numa determinada época agrícola a chuva demorava cair os residentes de Canda e o seu régulo iam para Nhamadze realizar cerimónias tradicionais de petição aos antepassados para que o Nhamadze dê madze (água). Nhamadze, termo do vocabulário do grupo étno-linguístico Sena, cujo significado literal em português significa fonte de água, ou seja, nha (de; que gera) e madze (água), gradualmente volta a revestir das árvores que os agricultores locais deitaram abaixo nos últimos anos tirando-lhe o poder sagrado.
Paralelamente, está sendo desenvolvido um programa de educação para a conservação do meio ambiente em colaboração com os líderes locais para controlar a desflorestação, bem como o patrulhamento da Serra pelos fiscais comunitários. Aconselhando, por conseguinte, os camponeses a praticar agricultura orgânica. Segundo Regina Cruz, a agricultura orgânica, caracterizada pelos princípios de não queimadas, estrume e permacultura, rotação de culturas e leguminosas, é ambientalmente sustentável e aumenta o produto das colheitas.
Plantar pela Vida
A campanha “Conservar a Serra” está sendo implementada com o envolvimento de vários parceiros locais, destacando-se o Serviço Distrital da Educação, Juventude e Tecnologia do Distrito da Gorongosa. As escolas primárias, designadamente a de Nhambita, de Nhancuco, de Canda e de Casa-Banana, sob a alçada deste sector disponibilizam a mão-de-obra para o projecto Plantar pela Vida e em recompensa, o PNG ajuda as comunidades locais a construir melhores escolas, caso da comunidade de Vinho, distrito de Nhamatanda, que se beneficiou recentemente de uma escola nova, instalação de telecentros comunitários, citando o exemplo da Vila da Gorongosa bem como um Centro de Saúde tipo II. Conforme Regina Cruz, é neste entendimento que foram plantadas 500 novas árvores, com maior predominância de Chanfuta e Umbaua, nas redondezas da Escola Primária do 1° Grau de Nhancuco, envolvendo 35 alunos da 1ª a 5ª classes deste estabelecimento de ensino em Outubro de 2007. Neste ano, a sub-campanha “Plantar pela Vida”, prevê aumentar o plantio de 500 para 1.500 árvores indígenas em locais a serem identificados na Serra da Gorongosa. Lembre-se que, a Serra da Gorongosa, no centro de Moçambique, com uma altitude de 1.863 metros, alberga uma vasta diversidade de espécies vegetais, animais, incluindo espécies raras de aves, como o Papa-figos-de-cabeça-verde e a Felosa-real.
Vista do ponto mais alto da Serra da Gorongosa (Gogogo) rodeado pelas nuvensCarlitos José Sunza
(Departamento de Comunicacão do PNG)





















