sábado, 24 de Abril de 2010

GEOMAP


domingo, 31 de Janeiro de 2010

TRADUTOR "ONLINE"

quinta-feira, 17 de Julho de 2008

SOFALA - PROVÍNCIA DE MOÇAMBIQUE

Dispõe de um novo sítio para poder saber as últimas novidades
sobre Moçambique. A província de Sofala, o Parque Nacional da
Gorongosa, os Safaris de Caça, novos vídeos, etc.

Veja tudo em:

quarta-feira, 16 de Julho de 2008

SUPLEMENTO DO BLOG "GORONGOSA"


Espaço destinado ao desenvolvimento de notícias e outros acontecimentos interessantes relacionados com Moçambique e com o Parque Nacional da Gorongosa.
Para abrir a página da Gorongosa em nova janela,
click em: GORONGOSA

domingo, 29 de Junho de 2008

O NOVO FÔLEGO DA GORONGOSA - REPORTAGEM - ENTREVISTAS

continuação da notícia publicada no blog Gorongosa...
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O Presidente moçambicano, Armando Guebuza, considera o Parque um instrumento essencial...

Para ler a notícia completa, faça click sobre a imagem.
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Parque Nacional, o principal ex-líbris do país....
Para ler toda a notícia, faça click sobre a imagem
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Dezasseis anos de guerra, com algumas das mais assanhadas frentes na região da Gorongosa, degradaram o Parque, abandonado nos anos 80, e dizimaram os animais.

Para ler toda a notícia, faça click sobre a imagem
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"Já reintroduziram várias espécies animais, estão a construir novas instalações. Fiquei com a certeza que a sua gestão está em boas mãos."

Para ler toda a entrevista, faça click sobre a imagem

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"Essa presença reforça a importância da Gorongosa no panorama da conservação da natureza em Moçambique e em África..."

Para ler toda a entrevista, faça click sobre a imagem

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"O verde, em baixo, sem sinal de homens,nem animais" "Lá no fundo, o traço diagonal castanho do autocarro que há muito ardeu"


Para ler toda a entrevista, faça click sobre a imagem


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pppppppppppp

O número de turistas, que procuram moçambique, quase que duplicou, gerando receitas superiores 160 milhões de dólares.
O sector do Turismo representa cerca de 5% do produto interno bruto.

No ano passado, um milhão de turistas visitou Moçambique.

Mais 450.000, relativamente ao ano anterior.


Para ler a notícia, faça click sobre a imagem

segunda-feira, 2 de Junho de 2008

NOVO "MEGA-SITE SOBRE MOÇAMBIQUE

ELOS DE MOÇAMBIQUE

Desde que conhecemos a Internet,
a quantidade de sites relativos
a Moçambique tende a crescer. Uns sites nascem
pela simples paixão a este País, outros por motivos informativos,
outros ainda apenas paraguardarem e ofereceram imagens
e recordações de Moçambique.
Existem ainda que nutrem apenas o convívio,
outros com as actualidades À tempos que alimentamos
uma União dos sites, coisa que até bem pouco tempo era Utopia,
por razões várias. Como Bons Moçambicanos e tal e qual seu povo,
temos um jeito próprio de convívio.
Finalmente começa a dissipar-se o individualismo
e a tendencia é a união Finalmente um grupo de apaixonados
por Moçambique conseguiu se juntar e consigo trouxe seus grupos
com a ideia de lançarmos um Portal de União dos sites de Moçambique.
Está criado o ELOS DE MOÇAMBIQUE !!
Este portal nasce já com 9 sites ou blogs.
Temos matérias, história, material substancial e em especial
sites genéricos ou regionais que cobrem uma parte de Moçambique.
A ideia é incorporarmos cada vez mais sites, mais regiões,
mais pessoas à volta deste Portal e contamos com a adesão
de mais sites representativos. A Ideia é Alavancarmos este portal
com o intuito de Divulgar MOÇAMBIQUE e aglomerarmos o maior
número de sites de Moçambique!
Não se trata de uma fusão, pois evidentemente
cada site tem o seu foco, ideias, materiais fotográficos,
jornalísticos, etc, mas sim de uma união.
Todos os grupos são bem vindos ! Una-se ao ELOS DE MOÇAMBIQUE !
Seja mais um Elo deste Moçambique que todos Amamos !!!
Qualquer informação que deseje basta inscrever-se no ELOS!
Entre em contacto com o Corpo Gerencial !
Estamos à vossa disposição
SEJA MEMBRO DO ELOS DE MOÇAMBIQUE

sábado, 31 de Maio de 2008

RODRIGUES DOS SANTOS (RTP) REGRESSA ÀS ORIGENS

RODRIGUES DOS SANTOS NO PNG
Natural da Beira, o jornalista da RTP regressou às origens
como tantos outros, digo eu, numa curta viagem a Moçambique
e visitou o Parque Nacional da Gorongosa com a mulher

Para poder ler a notícia click sobre a imagem.
EM CONTRAPONTO
Na mesma revista e, na mesma edição, o leitor é convidado
a visitar o Kruger Park, na África do Sul...
Enquanto a notícia relativa ao Parque Nacional da Gorongosa
é publicada em apenas uma página, o convite para o Kruger tem
direito a duas páginas! Sintomático...
É por estas e por outras que continuo a dizer que, na minha modesta
opinião, é preciso fazer mais e melhor.
Não me cansarei, enquanto não ganhar esta batalha!

sexta-feira, 30 de Maio de 2008

MOÇAMBIQUE EM DVD

A revista "VISÃO", na sua edição de hoje, 30 de Maio,
é acompanhada pela publicação de dois DVD sobre a
realidade Moçambicana. Alguns excertos sobre o PNG
podem neles ser visionados.



Já nas bancas, à sua disposição, ao preço de EUR 2,80 (Revista)
e EUR 14,90 pelos dois DVD.

quarta-feira, 14 de Maio de 2008

ROAD SHOW DO "PNG" POR TODO O PAÍS

De Pedro Canteiro, Gestor do Chitengo Hospitalidade e Turismo recebemos a importante mensagem, que transcrevemos em parte.

Em breve faremos um road show pelo Sul, Centro e Norte de Moçambique. Como Gestor do Acampamento e Turismo do PNG acho importante que todos os Moçambicanos saibam qual o tamanho do tesouro que lhes pertence, e que fazemos questão de os ajudar a preservar.
Estamos a formar uma equipa cueza e profissional nas várias vertentes por isso todo o input que possa-mos ter é para mim pessoalmente e profissionalmente muito benéfico.
O meu muito obrigado pelo trabalho que divulga e nosso trabalho.

Pedro Canteiro


Pedro Canteiro está no Parque Nacional da Gorongosa desde Agosto de 2007, como Gestor vindo da Suiça e esteve como Director de Alimentação e Bebidas no Hotel Avenida em Maputo nos ultimos 4 anos ou seja desde da abertura em 2003.

Por cá tem sido grande as mudanças que se tem feito desde então, criando um Chitengo mais profissionalizado. Acho que quando vier cá a proxima vez vai encontrar bastantes coisas novas.
Sinceros cumprimentos

LEÕES NO PNG

De Vasco Galante, Director para a Comunicação
do Parque Nacional da Gorongosa recebemos a
seguinte notícia que, muito gostosamente, se publica.
Estimada/o(s) Amiga/o(s),
Desde que o Parque reabriu em meados de Abril
os turistas e jornalistas que nos visitaram puderam
sempre observar as paisagens incomparáveis da Gorongosa
e quase sempre a oportunidade de ver ao vivo alguns
dos magnificos felinos que tornaram o
Parque Nacional da Gorongosa um lugar emblematico.
Dentro em breve óptimas reportagens e fotografias
aparecerão em diversos orgãos da Comunicação Social
nacional e estrangeira (na Alemanha os espectadores
do canal mais importante, ARD, poderão ver
ainda mais, já que a equipa desta TV teve oportunidade de filmar,
em pouco mais de 24 horas, alguns dos leões da
Gorongosa e mais de 4 dezenas de elefantes).
Até lá deixo-vos numa pequena amostra de imagens
recolhidas hoje e ontem por colaboradores do Parque
nas proximidades do Acampamento de Safaris de Chitengo:
Agradecemos o envio da notícia que nos agrada de um
modo muito especial. É sempre bom saber que a fauna
bravia recomeça a encontrar os caminhos do nosso sempre
querido Parque. É bom que assim continue.


quinta-feira, 8 de Maio de 2008

AGRICULTURA ORGÂNICA NA GORONGOSA

De Vasco Galante, Director para a Comunicação do
Parque Nacional da Gorongosa, recebemos o seguinte
comunicado de imprensa que, abaixo, se publica.
Texto de Carlitos Sunza
Fotos de Stephanie Hanes
Exemplo de Agricultura Orgânica em Gorongosa
João Jongue

O camponês João Jongue, do bairro Mangu, vila da Gorongosa,
distrito do mesmo nome, na província central moçambicana de Sofala,
é exemplo da prática de agricultura orgânica neste ponto do país.

João Jongue,
exemplo da Agricultura Orgânica na vila da Gorongosa
Jongue, optou por esta técnica de maneio agrário para aumentar
significativamente a produção e a produtividade agrícolas com
a finalidade de garantir a segurança alimentar e gerar rendimentos
para satisfazer as demais necessidades no seio da sua família.

Por outro, segundo a fonte evita o desbaste de terras,
pois permanece muito tempo a trabalhar na mesma machamba
mantendo os mesmos níveis de produção
no final de cada época de colheita,
ao contrário dos seus colegas que usam as queimadas
para limpeza dos campos de cultivos.
Trata-se de uma metodologia que concorre para o rápido
empobrecimento dos solos o que, por conseguinte,
obriga os camponeses
que adoptam esta prática a abrir novas machambas noutros
lugares depois de duas a quatro campanhas agrícolas,
pois as terras deixam de produzir o necessário.
O nosso interlocutor diz que o seu sistema de produção
tem como base a rotação de culturas e a adubação verde.
Assim, como avançou à nossa reportagem, consegue fazer a
manutenção da estrutura e da profundidade do solo,
sem alterar suas propriedades.
“Eu uso uma técnica muito simples,
mas obtenho maior rendimento agrícola.
Esta técnica consiste em os restos vegetais de uma
campanha agrícola servirem de estrume para a outra e sucessivamente.
Por exemplo, se numa determinada campanha agrícola
semeio o milho depois da colheita deixo cair os caniços em linhas,
separadas uma da outra por uma distância de pelo menos dois metros,
intervalo do qual lanço a sementeira da nova cultura.
É por isso que a minha machamba tem solos pretos,
enquanto que as dos meus vizinhos estão com terra vermelha”.
“Se uma machamba é feita com recurso a técnicas de agricultura
sustentável, ela produz o suficiente durante muito tempo,
ao passo que as outras técnicas, por exemplo, a de queimada
como forma de limpeza de terreno no máximo são aí cinco anos,
depois ela deve ser abandonada porque não oferece mais
a produção ao nível satisfatório à altura das necessidades do seu produtor”.


Estrutura do solo na machamba do João Jongue
João Jongue conta que graças a esta praxe de agricultura sustentável
que aprendera numa das suas viagens à cidade de
Chimoio e ao distrito de Sussundenga, província de Manica,
nos tempos já idos tendo-a adoptada no seu campo de cultivo há 15 anos,
passou a obter melhores resultados agrícolas.

Segundo narra, no primeiro ano de experiência fez o
ensaio do novo procedimento agrícola apenas numa
parte da sua machamba.
Quando viu que com esta técnica obteve bons resultados,
para além de ter constado que os solos na pequena porção
de terra onde foi introduzida a nova forma de cultivo
conservavam sempre a humidade permitindo ciclos
permanentes de diversas culturas, alargou o método a toda a machamba.

O camponês diz que para evitar o alastramento do fogo
quando os vizinhos agricultores limpam as suas propriedades
agrícolas com recurso a queimadas, faz sempre um quebra-fogo
à volta de todo sua machamba assim que se aproxima a época seca.

Na machamba que visitamos, localizada numa das margens
do rio Nhandar, com cerca de hectare e meio,
o nosso entrevistado diz que tem uma colheita mínima de
uma tonelada de milho e quantidades não reveladas de amendoim,
tomate e outros produtos da machamba em cada campanha agrícola.
A produção é destinada essencialmente ao consumo familiar
e a venda para a gestão da economia familiar.
João Jongue, 70 anos de idade, casado,
pai de nove filhos e avô de 12 netos,
avançou à nossa reportagem que adquiriu aquela porção
de terra através de um outro camponês, cujo nome não precisou,
que o vendera por 150,00MT (cento e cinquenta meticais),
isto nos anos noventa, momentos após a assinatura dos
Acordos Gerais de Paz, que pôs termo aos 16 anos de guerra civil
envolvendo o Governo moçambicano sob a
direcção do Partido Frelimo e a Renamo.

Entretanto, a direcção do Parque Nacional da Gorongosa
tem vindo a colaborar com o camponês em alusão no sentido
de persuadir outros agricultores da região para adoptarem
a mesma técnica de maneio agrário, abandonando as
formas que concorrem para o desbaste de terras, sobretudo na
Serra da Gorongosa onde numerosas árvores são destruídas
anualmente em consequência de uma agricultura não
sustentável para o meio ambiente.
O desmatamento da Serra,
se não for travado, poderá nos próximos tempos fazer
desaparecer as florestas e trazer prejuízos enormes para a
vida das pessoas que vivem nas imediações desta cadeia montanhosa.
Efeitos das queimadas nas machambas tradicionais
Por outro lado, João Jongue encaixa-se a priori no plano
do Governo moçambicano que declarou a Revolução
Verde como uma estratégia no contexto da luta contra
a fome e a promoção de segurança alimentar em Moçambique
com o propósito de reduzir a dependência ao exterior
para aquisição de bens de consumo importados, a medida
que o país registar maior produtividade e produção no
sector agrário para satisfazer as suas necessidades internas.

Moçambique é detentor de uma economia que tem
a agricultura como um dos sectores básicos e este sector.

Carlitos Sunza
Departamento de Comunicação/PNG

quarta-feira, 7 de Maio de 2008

É FÁCIL, É BARATO, E DÁ MILHÕES...

O artesanato local pode ser, para além de uma interessante
fonte de receitas, um verdadeiro programa ocupacional para
os artistas locais, existentes em diversas áreas de Sofala.
Não será necessário percorrer grandes distâncias para se
poderem encontrar artefactos de espécie variada,
utilizando as diversas técnicas e materiais.
Seguem alguns exemplos:
Máscaras esculpidas em madeira

Figura e máscara em madeira, acente sobre pele de zebra

Porta-chaves com hastes de pequenos antílopes

Porta-chaves com figuras esculpidas em marfim

Colares em fio de bronze e cobre, com marfim trabalhado.

Mapa de África executado com espinhos do respectivo porco,
incrustado em pele de antílope.
Mapa de Árica em bronze, com animais esculpidos.
Porta-chaves com antílope em marfim e
elefante em bronze

Ideias a aproveitar... digo eu !!!

segunda-feira, 5 de Maio de 2008

MOÇAMBIQUE (QUASE) À LA CARTE

Os Operadores Turísticos nacionais continuam a divulgar a realidade
de parte do turismo Moçambicano. Como quase sempre sucede,
a zona Centro do País continua no esquecimento.
(imagens "Quadrante")
Para aceder ao documento, carregue sobre a imagem.
MAPUTO, INHACA e BAZARUTO
Unidades hoteleiras:
Pestana Inhaca Lodge e Dugong Beach Lodge


INHAMBANE e BAZARUTO
Unidades hoteleiras:
Flamingo Bay Water Lodge e Pestana Bazaruto Lodge

BENGUERRA
Unidades hoteleiras:
Marlin Lodge e Benguerra Lodge

QUIRIMBAS
Unidades hoteleiras:
Matemo Island Resort e Medjumbe Private Island

BAZARUTO e PEMBA
Unidades hoteleiras:
Indigo Bay Resort & Spa

QUIRIMBAS (Quilalea Island) e KRUGER PARK


Circuito "Maravilhas de Moçambique"
Maputo, Kruger Park, Quirimbas, Bazaruto e
Reserva Nacional do Niassa.

Circuito " Panorama de Moçambique"
Maputo, Inhaca e Bazaruto

Circuito "Jóias de Moçambique"
Maputo, Bazaruto e Quirimbas

Pode optar por alterar o itinerário da sua visita a Moçambique.
Se tencionar visitar a zona Centro do País, visitar a cidade da
Beira, o Sengo, o Savane, o Inhassoro e/ou (principalmente) o
Parque Nacional da Gorongosa, organizaremos uma viagem à
sua medida, e à medida do seu bolso... claro!
Telefone: 222 012 526

sexta-feira, 25 de Abril de 2008

FÉRIAS NA GORONGOSA - DIÁRIO ECONÓMICO


O VOO DO JABIRU

...E resiste também no Parque Nacional da Gorongosa,

em Moçambique, onde o sol rasa o amanhecer
carregado agora de novas promessas.

Aqui, no coração de Moçambique, sente-se, por fim, o
vento morno de África que sopra no pó dos livros e nos
filmes de Super 8 de cor desbotada.

Os visitantes são benvindos. E os animais selvagens
concorrem com paisagens de cortar a respiração.
Para poder aceder à leitura dos textos e visionar
as fotografias em tamanho real, click sobre as imagens.

quarta-feira, 23 de Abril de 2008

INAUGURADOS ESCRITÓRIOS DO COMITÉ DE SUPERVISÃO

Parque Nacional da Gorongosa:
Inaugurados escritórios do Comité de Supervisão
Trata-se de instalações do edifício que anteriormente
acolhiam os serviços de Administração e que,
com a nova hierarquia orgânica derivada do referido
Acordo de Gestão Conjunta do PNG que substituiu
a figura do administrador pelo Comité de Supervisão
na liderança da sua gerência, passam a servir ao novo órgão.

O acto orientado pelos membros do Comité de Supervisão,
nomeadamente Gregory Carr (representação da Fundação Carr)
e Bernardo Beca Jofrisse (representante do Ministério do Turismo),
marcou o fim de uma série de cerimónias que vinham
decorrendo desde o dia 11 de Abril do ano em curso,
no Acampamento de Safaris de Chitengo.
Os membros do Comité de Supervisão acompanhados da Equipa
de Gestão do PNG (da esq. para a dir.:
Vasco Galante (Comunicação), Mateus Mutemba
(Relações com Comunidades),
João Viseu (Operações e Infraestruturas)
e Carlos Lopes Pereira (Serviços de Conservação)
Foram inaugurados, na passada quarta-feira 16 de Abril,
os escritórios do Comité de Supervisão do Parque Nacional
da Gorongosa (PNG) no âmbito da nova estrutura de gestão
daquela que é tida como a estância turística de referência
nacional, de acordo com directrizes estabelecidas no
Acordo de Longa Duração.

Trata-se de instalações do edifício que anteriormente
acolhiam os serviços de Administração e que,
com a nova hierarquia orgânica derivada do referido
Acordo de Gestão Conjunta do PNG que substituiu a figura
do administrador pelo Comité de Supervisão na liderança
da sua gerência, passam a servir ao novo órgão.

Os membros do Comité de Supervisão do PNG,
Greg Carr e Bernardo Beca Jofrisse,
inauguram as suas novas instalações

O acto orientado pelos membros do Comité de Supervisão,
nomeadamente Gregory Carr (representação da Fundação Carr)
e Bernardo Beca Jofrisse (representante do Ministério do Turismo),
marcou o fim de uma série de cerimónias que vinham decorrendo
desde o dia 11 de Abril do ano em curso,
no Acampamento de Safaris de Chitengo.

O Comité de Supervisão, à luz do Acordo de
Gestão Conjunta do PNG entre o ministério moçambicano do
Turismo e a Fundação Carr, é o órgão máximo do Parque
com o mandato de supervisionar todas as actividades
inerentes ao funcionamento deste grande
centro turístico e area de conservação.

Bernardo Beca Jofrisse assina o documento que nomeia a nova Equipa de Gestão

O evento serviu, igualmente, para assinatura conjunta
de um documento pelos dos membros do Comité de Supervisão
que nomeia diferentes posições da Equipa de Gestão do Parque
, ou seja, director do Departamento de Relações com as
Comunidades, Mateus Mutemba, director do
Departamento de Operações e Infra-estruturas,
João Viseu, e director do Departamento dos Serviços
de Conservação, Carlos Lopes Pereira.

Recorde-se que, o PNG havia programado para
Abril corrente um conjunto de três cerimónias.
A primeira orientada pelo régulo João Chitengo
em homenagem ao espírito do seu irmão, Traquino Chitengo,
a quem substituiu nas funções que ostenta actualmente
nesta divisão administrativa do distrito da Gorongosa,
a segunda presidida pelo régulo Luís Sozinho Chuva Nhanguo
alusiva à abertura oficial da época turística
2008 teve lugar no dia 15, a terceira, e a última, sob a direcção
dos dois membros do Comité de Supervisão
realizou-se na quarta-feira (16 de Abril de 2008).


Mais pormenores em www.gorongosa.net

Chitengo (Parque Nacional da Gorongosa), 17 de Abril de 2008
Vasco Galante e Carlitos Sunza
Departamento de Comunicação - Parque Nacional da Gorongosa
E-mail: vasco@gorongosa.net / Mobile: (+ 258) 82 2970010

terça-feira, 22 de Abril de 2008

FIM DE SEMANA NO "PNG" POR 2.452$00...

A companhia aérea Moçambicana de então, a DETA,
em parceria com a SAFRIQUE, que detinha a
exploração do PNG na altura, facultavam preços
deveras aliciantes a todos aqueles que desejavam
visitar o Parque Nacional da Gorongosa.
O anúncio publicado no jornal Notícias da Beira,
em página inteira, na sua edição de 20.10.72, é prova disso.
Foram criadas as necessárias condições para que todos
os Moçambicanos tivessem acesso ao Parque.
Aguarda-se agora que a LAM proceda de igual modo.
Agora, mais do que nunca, há que dar a conhecer a todos
os Moçambicanos o Tesouro que está nas suas mãos.
É preciso que os Moçambicanos saibam a importância
que o PNG tem para o País, sob todos os aspectos.

segunda-feira, 21 de Abril de 2008

PASSADOS TRÊS ANOS - AÍ ESTÃO OS FRUTOS...

Abençoado o Acordo de Gestão Conjunta
entre o Governo e a Fundação Carr

João Viseu exibindo o Acordo de Gestão Conjunta
do Parque Nacional de Gorongosa
João Viseu explicando o significado do
Acordo de Gestão Conjunta aos participantes do acto.

Greg Carr discursando sobre o significado do
Acordo de Gestão Conjunta do
Parque Nacional da Gorongosa


Parque Nacional da Gorongosa:
abençoado o Acordo de Gestão Conjunta
entre o Governo e a Fundação Carr

A benção, pelo Régulo João Chitengo, do Acordo de Gestão Conjunta do PNG entre o Governo moçambicano e a Fundação Carr foi um dos pontos altos das celebrações efectuadas em Chitengo no dia 11 de Abril.

Segundo o Director de Operações e Infraestruturas do PNG, João Viseu, o acordo que envolve, como se disse, o Governo moçambicano, representado por Bernardo Beca Jofrisse, nomeado pelo Ministro do Turismo, e a Fundação Carr, representada pelo respectivo presidente, Greg Carr, visa, em 20 anos, contados a partir de 2008, devolver ao Parque as condições de atractividade turísticas que o caracterizaram nos anos 70, onde se atingiu o pico de sempre com cerca de 22 mil turistas.

O documento, com mais de 130 páginas, assinado em finais de 2007, decorridos que foram cerca de três anos de negociações entre as partes signatárias do convénio, vai permitir à ONG do filantropo norte-americano acima citado, materializar o seu projecto ambicioso de protecção e de renovação da biodiversidade e dos processos naturais dos ecossistemas do PNG, como também proporcionar o desenvolvimento da Zona Tampão do mesmo através de construção de infra-estruturas sociais públicas, nomeadamente escolas e hospitais, entre outras actividades ligadas ao desenvolvimento social e humano.

João Viseu, afirmou que o grande desafio que espera a nova gestão é desencadear um trabalho de melhoria do Parque da Gorongosa quer em termos de repovoamento de animais e de desenvolvimento das comunidades circundantes do Parque, quer em termos de construção das infra-estruturas básicas sociais e turísticas assim como a capacitação de meios humanos.

“O nosso objectivo é desenvolver a Gorongosa, reintroduzindo animais que desapareceram por várias razões, entre elas o conflito armado terminado em 1992, controlar a qualidade de água que alimenta o Parque e, principalmente, desenvolver a indústria do turismo” – salientou.
“Nós esperamos alcançar estes propósitos. O Greg Carr, pessoa de muita boa vontade, já nos provou o que pode fazer. Vejam só que mesmo antes da assinatura do Acordo de Gestão Conjunta, investiu grandes somas de dinheiro na melhoria das condições das vias de acesso, de acomodação, de alimentação e de safari o que elevou, gradualmente, nos últimos tempos o número de turistas que escalam o PNG para contemplar a beleza da sua paisagens e apreciar a sua potencialidade faunística” – rematou João Viseu.

Por seu turno, Greg Carr, presidente da Fundação a que ostenta o seu nome, disse, em poucas palavras, que o PNG é o mais importante parque do mundo, pelo que urge a necessidade de colaboração de todos para garantir a manutenção deste importantíssimo empreendimento turístico.

Na ocasião, dirigindo-se aos presentes, disse que uma das vantagens em ter o Parque é a criação de muitos postos de trabalho na região. A título elucidativo, presentemente, o PNG emprega 600 trabalhadores, entre efectivos e casuais sendo esta mão-de-obra recrutada na sua maioria nas redondezas do PNG.

Por outro lado, referiu-se à contribuição do PNG para a economia local e nacional. “O Parque está e continuará a receber muitos turistas. Eles pagam muito dinheiro pelo serviço de restauração e de safari, com o qual ajudamos a melhorar a vida dos grupos humanos nas nossas proximidades através de projectos de desenvolvimento comunitário inseridos na nossa política de responsabilidade social” – rematou.

E, por sua vez, a secretária permanente do distrito da Gorongosa, Lina Fafetine Ofiço, que falava à margem das cerimónias, em representação do Administrador do Distrito da Gorongosa, João Oliveira, enalteceu os esforços empreendidos pela Fundação Carr tendentes a desenvolver o PNG e a zona onde se encontra estabelecido.

“O Governo da Gorongosa está muito satisfeito pelas actividades desenvolvidas pelo PNG. Agradece, muito especialmente, à pessoa de Greg Carr que escolheu em primeiro lugar Moçambique, em segundo lugar a Província de Sofala e em terceiro lugar o Distrito da Gorongosa, no meio de todos os países do mundo que poderiam ser preferência do seu investimento”. E, portanto, esperamos ter por muito tempo este homem, segundo diz, apaixonado pelo povo moçambicano”– desejou.

A terminar, aquela dirigente, lembrou a todos o estado em que havia ficado o PNG em consequência do último conflito armado, que afectou seriamente o tecido social, e do que é hoje. “A guerra tinha morto quase todos os animais, mas mormente graças ao Greg o Parque está repovoar-se rapidamente de todas as espécies dizimadas durante os 16 anos de guerra civil entre irmãos. – finalizou.


Mais pormenores em
www.gorongosa.net

Chitengo (Parque Nacional da Gorongosa), 13 de Abril de 2008
Vasco Galante e Carlitos Sunza
Departamento de Comunicação - Parque Nacional da Gorongosa
E-mail: vasco@gorongosa.net / Mobile: (+ 258) 82 2970010

quinta-feira, 17 de Abril de 2008

HOMENAGEM AO ESPÍRITO DE CHITENGO

Parque Nacional da Gorongosa, Governo Distrital e Comunidades circunvizinhas prestam homenagem ao espírito de Chitengo
Continuação da notícia publicada no blog
do Parque Nacional da Gorongosa.
Vista parcial da assistência

Outra vista da assistência presente na cerimónia

Alguns dos convidados da cerimónia:
Régulos de Canda (esq.), Tambarara (frente),
Chicare (dir.) e Sadjungira (costas)

Mateus Mutemba (Director de Desenvolvimento Humano do PNG)
explica o significado Cerimónia Tradicional, coadjuvado por
Domingos Muala (Professor em Chitengo),
que traduziu para língua Sena.

João Chitengo, irmão do falecido Régulo Chitengo,
durante os preparativos da cerimónia, observado por LIna Fafetine
(Sec. Permanente do Distrito da Gorongosa)
e por Greg Carr (Presidente da Fundação Carr).

quinta-feira, 27 de Março de 2008

PNG NO DIÁRIO ECONÓMICO

Diário Económico, edição de 27 de Março de 2008.
Página 24.
"Na frente da batalha pela conservação"
"Eu adoro esta terra"
Greg Carr
Para aceder ao documento, carregue com
o rato sobre a imagem.



segunda-feira, 24 de Março de 2008

O "PNG" NA CIDADE DA BEIRA

A Equipe do Turismo do Parque Nacional da Gorongosa (Pedro, Hendrik, Emilia, Nirza, Quisito e Filipe) efectuou uma divulgação do do Parque e das suas belezas na cidade da Beira nos dia 14 e 15 de Março na Pastelaria Fatbelle localizada no primeiro andar do Shoping Bulha.

Foram apresentadas as "Excursões à Gorongosa" em várias modalidades: desde 1 dia na Gorongosa (ida e volta no próprio dia) até 2 dias na Gorongosa (com opção de visita às Cascatas do Murombodzi). Foram ainda projectados filmes da Gorongosa, distribuídos folhetos do Chitengo, e vendidos Calendários, T-Shirts, Polos e Bonés.

Juntamos algumas fotos do evento, que foi divulgado pela Rádio Moçambique.

segunda-feira, 10 de Março de 2008

No âmbito da Campanha “Conservemos” a Serra da Gorongosa”

Programa Florestal iniciou já com algumas acções concretas
A Serra da Gorongosa, na província de Sofala, está a voltar lentamente ao seu estado natural com a recuperação de parte do seu ecossistema florestal destruído em consequência da prática da agricultura e das queimadas descontroladas. A campanha denominada “Conservemos a Serra da Gorongosa” levada a cabo pelo Parque Nacional da Gorongosa (PNG), actualmente sob a gestão conjunta da Carr Foundation e do Governo Moçambicano por um período de 20 anos, tem a finalidade de em conjunto com as comunidades locais conservar os recursos naturais, como o solo, os rios e a vegetação, com vista a melhorar o meio ambiente para o bem-estar das pessoas que habitam a Serra. O Programa Florestal está sendo desenvolvido em parceria com a comunidade residente através de plantio de novas árvores nativas como forma de precaver do perigo eminente do desaparecimento da floresta. Um perigo que é extensivo à comunidade humana que vive nas proximidades da pequena cadeia montanhosa acima referida.
De acordo com a gestora do Programa Florestal, engenheira Regina Cruz, uma mulher com experiência em programas integrados na agricultura e na floresta, a acção está a decorrer a um ritmo lento atendendo e considerando que dezenas de hectares identificados como críticos nas encostas da Serra da Gorongosa ainda necessitam de ser trabalhados. No entanto tem sido plantadas árvores como a Umaua, Umbila, Panga-panga, Chanfuta e outras espécies de árvores nativas. Segundo a fonte, o programa possui bastantes desafios, tendo em conta que se pretende paulatinamente substituir alguns hábitos existentes por outros que protejam o solo e ao mesmo tempo garantam um nível produtivo capaz de manter as machambas por um período mais longo, no mesmo local. “As queimadas que geralmente são usadas para limpeza dos campos de cultivos, ou para a retirada de alguma colmeia, terminam em fogos descontrolados destruindo a vegetação e em alguns casos as habitações mais próximas, constituem também um problema agravante para a conservação da Serra.” – referiu. As queimadas descontroladas que grassam e alteram a beleza desta zona de conservação, são feitas, muitas vezes, sem ter em mente a importância vital que as florestas têm no fornecimento de oxigénio ao planeta, numa altura em que o mundo está preocupado com o problema de aquecimento global. Estes factores favorecem a erosão, que está rapidamente a destruir as florestas exuberantes da Serra da Gorongosa, em consequência da acção humana de mais de duas mil pessoas que nela habita, caracterizada pela destruição massiva das árvores para a abertura de campos de cultivos
.

Uma paisagem de um campo de cultivo nas encostas da Serra
Estabelecidos três viveiros para o Programa Florestal

Ainda neste contexto, foram estabelecidos três viveiros, em finais de 2006, dois localizados em Nhancunco e o terceiro em Canda, envolvendo na actualidade 44 trabalhadores. Prevendo-se, no entanto, um aumento de trabalhadores em número até então não especificado brevemente para as áreas que ainda não foram abrangidas na serra. Os viveiros produzem mudas de plantas de Umbila, Panga-panga, Chanfuta e Messassa , espécies que ocorrem naturalmente na Serra.

Viveiro do Programa Florestal em Nhancuco

De acordo com Ângelo Vicente, supervisor comunitário, equipas locais estão neste momento a plantar novas árvores, bem como algumas gramíneas de tipo Cyperus sp, nome científico conhecido localmente por Ndókwé ou Ululu usado para a feitura de esteiras, nos locais com maior erosão, nomeadamente nas margens dos rios e nas encostas despidas de vegetação, incluindo campos de cultivos abandonados, enquanto continua o processo de identificação de mais áreas que devem ser protegidas. Portanto, em alguns terrenos já se pode observar plantas em franco crescimento com o caule a medir entre cinco e 25 centímetros.
O processo de replantação de árvores tem lugar, igualmente, em campos de cultivos que ainda estão sendo explorados localizados em terrenos susceptíveis à erosão, mediante a aceitação do pedido pelos seus respectivos proprietários, depois de uma sensibilização sobre os riscos ambientais e humanos se as pessoas continuarem a praticar a agricultura naquelas zonas. Lopes Braga, é dos agricultores do povoado de Nhancuco, que consciente dos problemas ambientais e humanos eminentes nos maciços da Gorongosa derivados entre vários factores por prática da agricultura nas encostas da serra, depois de ser persuadido pelo pessoal do Programa Florestal do PNG, cedeu a sua machamba ainda presentemente com a cultura de feijão para ser substituída por árvores dentro da campanha em alusão. Neste pedaço de terra de cerca de hectare e meio já se podem se ver várias novas plantas nativas . E o camponês, segundo a nossa fonte, conta com uma nova porção de terra onde vai passar a trabalhar o solo para produzir os seus produtos agrícolas para a alimentação e a venda a fim de obter o sustento da família, isto a partir do próximo ano.


Uma machamba, ainda com a cultura de feijão, reflorestada em Nhancuco

O regulado de Canda é a região da Gorongosa beneficiada pela actividade de replantação das árvores em campos de cultivos abandonados por motivo de fraca produtividade agrícola, volvidos que foram vários anos de uma agricultura intensiva usando técnicas rudimentares que concorrem para um rápido empobrecimento dos solos. O dilema de desflorestação em Canda é mais acentuado na montanha Nhamadze, que de uma floresta densa nos anos 80 agora ficou "careca", com uma fracção de 80 por cento das suas árvores derrubadas indiscriminadamente para satisfazer o desejo do Homem de produzir batata e algodão, principais fontes de rendimentos dos agregados familiares do distrito da Gorongosa, incluindo feijão e milho. Mormente, o PNG está atrás dos prejuízos plantando novas árvores em terrenos abandonados pelos agricultores. De acordo com Inácio Tomás, supervisor da Serra, o PNG conseguiu reflorestar até então aproximadamente três hectares com plantas nativas diversas. A montanha Nhamadze, em tempos idos era venerada pela população da região como um local sagrado. Quando numa determinada época agrícola a chuva demorava cair os residentes de Canda e o seu régulo iam para Nhamadze realizar cerimónias tradicionais de petição aos antepassados para que o Nhamadze dê madze (água). Nhamadze, termo do vocabulário do grupo étno-linguístico Sena, cujo significado literal em português significa fonte de água, ou seja, nha (de; que gera) e madze (água), gradualmente volta a revestir das árvores que os agricultores locais deitaram abaixo nos últimos anos tirando-lhe o poder sagrado.
Paralelamente, está sendo desenvolvido um programa de educação para a conservação do meio ambiente em colaboração com os líderes locais para controlar a desflorestação, bem como o patrulhamento da Serra pelos fiscais comunitários. Aconselhando, por conseguinte, os camponeses a praticar agricultura orgânica. Segundo Regina Cruz, a agricultura orgânica, caracterizada pelos princípios de não queimadas, estrume e permacultura, rotação de culturas e leguminosas, é ambientalmente sustentável e aumenta o produto das colheitas.

Plantar pela Vida

A campanha “Conservar a Serra” está sendo implementada com o envolvimento de vários parceiros locais, destacando-se o Serviço Distrital da Educação, Juventude e Tecnologia do Distrito da Gorongosa. As escolas primárias, designadamente a de Nhambita, de Nhancuco, de Canda e de Casa-Banana, sob a alçada deste sector disponibilizam a mão-de-obra para o projecto Plantar pela Vida e em recompensa, o PNG ajuda as comunidades locais a construir melhores escolas, caso da comunidade de Vinho, distrito de Nhamatanda, que se beneficiou recentemente de uma escola nova, instalação de telecentros comunitários, citando o exemplo da Vila da Gorongosa bem como um Centro de Saúde tipo II. Conforme Regina Cruz, é neste entendimento que foram plantadas 500 novas árvores, com maior predominância de Chanfuta e Umbaua, nas redondezas da Escola Primária do 1° Grau de Nhancuco, envolvendo 35 alunos da 1ª a 5ª classes deste estabelecimento de ensino em Outubro de 2007. Neste ano, a sub-campanha “Plantar pela Vida”, prevê aumentar o plantio de 500 para 1.500 árvores indígenas em locais a serem identificados na Serra da Gorongosa. Lembre-se que, a Serra da Gorongosa, no centro de Moçambique, com uma altitude de 1.863 metros, alberga uma vasta diversidade de espécies vegetais, animais, incluindo espécies raras de aves, como o Papa-figos-de-cabeça-verde e a Felosa-real.


Vista do ponto mais alto da Serra da Gorongosa (Gogogo) rodeado pelas nuvens

Carlitos José Sunza
(Departamento de Comunicacão do PNG)

PNG - VISITA DO MINISTRO DAS PESCAS DE ANGOLA

IMAGENS RECOLHIDAS DURANTE A VISITA
DO ILUSTRE HÓSPEDE DO "PNG"
Acampamento do Chitengo.
O Ministro e demais comitiva à chegada.

Acampamento do Chitengo.
O Ministro Angola posa, com Vasco Galante,
frente aos seus aposentos.
Em pleno Safari.
O Ministro das Pescas de Angola junto a
Mateus Mutemba, Director para o Desenvolvimento
Humano no Parque Nacional da Gorongosa.
A comitiva do Ministro Angolano na sala de vídeo
do Acampamento do Chitengo.
Informações detalhadas em:

quarta-feira, 27 de Fevereiro de 2008

EXPEDIÇÃO AO "GOGOGO" - SERRA DA GORONGOSA

Olá a todos,
Alguns membros da Equipa de Turismo do Parque Nacional da Gorongosa decidiram ir reconhecer o terreno e testar as suas capacidades físicas efectuando uma expedição até ao Gogogo, o cume mais alto da Serra da Gorongosa (curiosamente Gogogo foi o nome que escolhemos para o boletim de notícias sobre o Parque !).

Depois de uma caminhada de 6 horas a partir do campo base em Nhancuco (situado a sensivelmente 600 m de altitude) chegámos ao Gogogo, que se eleva a 1.863 m acima do nível do mar. Foi uma caminhada um pouco dura para os mais enferrujados mas largamente recompensadora pela esplendorosa paisagem e pelas sensações transmitidas em momentos mágicos como o nascer do sol !
No dia seguinte o regresso demorou apenas 4 horas (de facto um pouco mais rápido mas também com algumas "escorregadelas") e ainda visitámos as fantásticas cascatas do Murombodzi ! Apreciem então alguns dos momentos da nossa expedição.
(Vasco Galante)
O grupo à partida de Nhancuco, já em plena Serra da Gorongosa:
O grupo no topo da Serra já recuperado da caminhada de 6 horas:
Uma das paisagens que se podem apreciar no planalto interior junto ao cume Gogogo

O caminho final de acesso ao Gogogo


Finalmente,o cume da Serra da Gorongosa.

segunda-feira, 25 de Fevereiro de 2008

NENÚFARES NOS TANDOS DO PNG

Fotografias e mensagem enviadas por Vasco Galante,
Director para a Comunicação do Parque Nacional da Gorongosa.
Caros Amigos,Os tandos da Gorongosa continuam com bastante água mas nos últimos 3 dias surgiu este "espectáculo" junto à Casa dos Leões e achei que vocês iam gostar de saber e ver !Um abraço,Vasco
Os nosso agradecimentos



quinta-feira, 7 de Fevereiro de 2008

BOB POOLE FILMA NO PARQUE NACIONAL DA GORONGOSA

Algumas das imagens colhidas durante o trabalho
de Bob Poole no Parque Nacional da Gorongosa.
Captação de imagens no terreno.

Tomada de imagens aéreas sobre os tandos do PNG

Com Greg Carr, a sua equipa e guias nas "Codzo Caves"
Em trabalho no interior da caverna.

sexta-feira, 1 de Fevereiro de 2008

FOTOGRAFIAS DE HENDRIK POTT AQUANDO DA VISITA DE CELESTINO AO PNG

As fotografias que se seguem foram anexadas ao comantário
enviado por Celestino Gonçaves.
Hendrik Pott e Celestino Gonçalves junto ao helicóptero.

Junto ao helicóptero com os seus companheiros de voo,
incluindo o piloto.

Shopping at Chimoio city.
Nas margens da lagoa das "águas quentes".

Junto a Celestino Gonçalves no interior do helicóptero.

Quando atravessava o rio das "águas quentes"

Hendrik Pott nas falhas de Cheringoma.

quinta-feira, 31 de Janeiro de 2008

ACAMPAMENTO DO CHITENGO - HENDRIK POTT COM NOVAS FUNÇÕES

HENDRIK POTT
Novo "Sales Manager" para
o Acampamento do Chitengo.

Hendrik Pott passou a desempenhar as suas novas funções
desde o passado dia 30 de Janeiro,
segundo informações de que dispomos.
O Acampamento do Chitengo conheceu assinaláveis
melhorias durante o tempo em que Hendrik Pott
desempenhou funções de Director do acampamento.

Graças à sua tenacidade, empenho e arte o Chitengo
melhorou como que da noite para o dia.
A restauração melhorou a 100%.
O acolhimento foi sempre de grande classe.
O serviço de quartos passou a ser de primeira.
Dada a bitola a que o Hendrik nos habituou,
ninguém duvida que as suas novas funções
serão desempenhadas com o mesmo denodo,
delas vindo a ser colhidos os frutos esperados.
Desejamos a Hendrik Pott o maior sucesso,
para bem do PNG, da equipa da Fundação Carr e,
porque não, de todos nós.
Preparado-se para mais um voo sobre o Parque,
em helicóptero.

Junto às quedas de água, na Serra da Gorongosa.

Junto a Vasco Galante.

Na foto acima, da esquerda para a direita: Berthus Reineke (piloto), Hendrik Pott, Greg Carr e Baldeu Chande.

Na foto, da esquerda para a direita: Celestino Gonçalves, Hendrik Pott, António Elias (Parque Nacional do Limpopo) e William Chagas (Recursos Humanos do PNG).

quinta-feira, 24 de Janeiro de 2008

BTL 2008 - PRESENÇA DE MOÇAMBIQUE

Realizou-se em Lisboa de 16 a 20 deste mês a BTL
(Bolsa de Turismo de Lisboa),
para promocionar a Industria do Turismo, a nível Mundial.
Destacamos, de entre todos os expositores oriundos de todos os continentes,
por motivos óbvios,
a agradavel presença do stand de Moçambique.
Noutro espaço (GORONGOSA),
foi já dado o devido relevo ao "Dia de Moçambique",
que teve lugar no dia 18.
Para poder visionar todas as fotografias relacionadas com o evento,
visite o seguinte link: DIA_DE_MOÇAMBIQUE

O stand de Moçambique,
de concepção simples mas de muito bom gosto,
foi visitado por inúmeros interessados em conhecer
as potencialidades turísticas de Moçambique, agora na moda.
Vasco Galante, em representação do Parque Nacional da Goronogosa
(que teve lugar de destaque), desdobrou-se em múltiplos contactos.
Outros investidores, como os grupos Pestana, Visabeira,
Teixeira Duarte, Aga Khan, etc. estiveram também ali representados.

Também a FUTUR (Fundo de Turismo de Moçambique)
ali representada, fez publicar uma brochura de óptima qualidade
gráfica tendo por base os Parques e as Reservas existentes
no vasto território Moçambicano.
Para poder ter acesso a todas as forografias relacionadas
com a presença de Moçambique na BTL,
faça uma visita ao seguinte link:

quarta-feira, 23 de Janeiro de 2008

O SEU, A SEU DONO

Ao fim e ao cabo, o "5º Elemento" acabou por receber o
seu Certificado de Voo em balão de ar quente, concedido
pelo piloto do balão João Rodrigues a quem se agradece.

Afinal, acabou por se fazer justiça.
O Joshua tem o seu Certificado, conforme
a gravura o documenta...

BALONISMO - BAPTISMO EM FRONTEIRA - ALENTEJO

A AVENTURA PASSO A PASSO

Tudo começa manhã cedo. Prepara-se o cesto.

Depois de verificado o cesto, aprontam-se os queimadores.

Olhares entendidos na matéria verificam a operação...

Depois, há que montar os queimadores no cesto.

Os queimadores são devidamente testados.

A seguir, estica-se o balão.

De seguida, procede-se ao seu enchimento com o
auxílio de uma ventoínha de respeito.

O balão começa a erguer-se e a tomar forma.

Está tudo preparado para dar início à aventura.

A ascensão começa, vagarosamente.

Há que dar "gaz" para subir ainda mais.

A aventura começou e a paisagem é deslumbrante.

Mal se percebe que voamos e os nossos pés se encontram
bem longe do chão.

Tempo para entrevistas e boa disposição.

A paisagem continua deslumbrante...

...mas chegou a hora de baixar à terra.

A aterragem é suave e põe fim à aventura.

Os participantes, já com o pé em terra firme,
posam para a posteridade, após tamanha epopeia.

Um lanche "à maneira" é preparado.
Bom queijo. Bom pão. Bom chouriço. Bom salpicão. Bom vinho.
Tudo do melhor, para quem merece...
À pala de dar uma ajuda nos trabalhos de arrumo dos equipamentos,
há sempre quem apareça para dar uma dentada num bom naco
de queijo amanteigado... grande Celestino! Sempre um prazer.
É hora de proceder aos brindes, comemorando o acontecimento.
Os respectivos certificados de voo são entregues aos ilustres aventureiros,
pela mão do nosso competente piloto, João Rodrigues.

É hora de regresso.
Abandona-se o "campo de batalha", conforme se pode...
a pé ou a cavalo num jeep.
Os Quatro Magníficos que arriscaram as suas tão preciosas vidas,
participando em tão arrojada aventura,
cujo desenlace é sempre
difícil de prever...


HUUUUPPPSSS!!!
Por pouco era esquecido o 5º Elemento...
Esteve lá, voou, mas não teve direito a certificado de voo...
vá-se lá saber porquê...
Veja a reportagem completa em:

Um grande agradecimento ao João e à Rita.
Os momentos que nos ofereceram serão inesquecíveis.

ESCOLHA O SEU ITINERÁRIO... DEIXE O RESTO POR NOSSA CONTA


"Africa Express" é um novo Operador Turístico especializado em destinos africanos.
Numa primeira fase, o Operador irá privilegiar o destino Moçambique.

As potencialidades turísticas do País são conhecidas de todos e começam agora a chamar a atenção de quem quer fazer umas férias exóticas e diferentes. A sua extraordinária costa marítima dispõe de praias de rara beleza, com águas mornas e cristalinas bordejadas de vastas áreas de areais e dunas de areia fina e branca.
A cosmopolita cidade de Maputo, que recebe o visitante de braços abertos, dispõe de todos os requisitos que qualquer cidade moderna pode desejar.

O Hotel Avenida, situado na belíssima zona do Polana, dispõe de todo o comforto, com quartos amplos e cómodos. O Health Club ao seu dispôr tratará de o manter em forma e de o preparar para as aventuras que se avizinham.

Um pouco mais a norte, encontrará a fantástica praia do Bilene, onde pode usufruir de uma estadia retemperadora junto a uma baía de sonho.
Alojamento não constituí problema. O complexo Arco-Iris dispõe de todas as funcionalidades inerentes a um bom hotel de praia, sendo a sua restauração de qualidade excelente.

Depois de uns dias de merecido descanso, continue a sua viagem para norte até à histórica cidade de Inhambane, onde poderá visitar diversos motivos de interesse histórico, da era colonial. Aqui, dispõe de um leque muito variado de unidades hoteleiras de todas as categorias, para qualquer bolso.
Apresentamos duas delas:

O "Flamingo Beach Resort", é uma unidade de luxo composta de habitações lacustres, onde nada falta. A alimentação é excelente. O atedimento e o serviço de quartos a condizer, bem como o respectivo preço.

Tem, por outro lado, um empreendimento cujo preço poderá ser mais do seu agrado.
E paga o preço justo pelo que lhe é dado, em troca. A praia é soberba. A restauração de boa qualidade. Os quartos são acolhedores e espaçosos.
Aqui, pode praticar diversos desportos náuticos, já que existem todas as infra-estruturas necessárias.
Mais a norte, encontra Vilankulos, uma típica vila piscatória onde encontra também óptima acomodação, a preços razoáveis.

O "Hotel Âncora" é de construção moderna, dispondo os seus quartos de ar condicionado, frigorífico, televisão, etc. São. além disso, espaçosos e acolhedores.

Se é apreciador de bom peixe fresco, incluindo garoupa para além dos habituais mariscos, então terá de ir até ao Inhassoro. Das diversas unidades hoteleiras existentes, recomendamos o hotel Seta. A relação preço/qualidade é excelente e a sua situação reçativamente à praia é excelente.

Os quartos de que dispõe são amplos e possuem os requisitos necessários a uma estadia simpática e retemperadora. Possuem ar condicionado, entre outras mordomias.
Aqui, terá de se preparar para a grande aventura, que realizará nos dias seguintes.
Está prestes a visitar uma das áreas mais belas do planeta.
Na realidade, o Parque Nacional da Gorongosa é algo de extraordinário.
Já lhe chamaram de tudo: o Paraíso da fauna bravia, o Santuário Selvagem... até dizem que foi na Gorongosa que Noé deixou a Arca!
Para além da extrema beleza e variedade da fauna e da flora do Parque, o Acampamento do Chitengo está dotado de tudo o que lhe pode proporcionar bem-estar, descanso e sossego.
Os alojamentos são de qualidade excelente e sua restauração é variada e de óptima qualidade.
Até dispõe até de Wi-Fi, para aqueles que se querem manter actualizados com o mundo exterior!

Esta, é uma visita inesquecível e por isso, a não perder. Se lhe for possível, repita. Há sempre coisas novas para descobrir. A Natureza disso se encarregará. É uma promessa que aqui lhe deixo.
Mas antes de regressar ao ponto de partida, não o faça sem visitar aquela que passará a ser a sua segunda casa. A cidade da Beira, que agora experimenta grandes melhorias em todos os aspetos, é uma cidade que sabe receber como ninguém. Vai sentir-se em sua própria casa, enquanto aqui estiver.
São inúmeros os motivos que podem despertar o seu interesse nesta bela cidade.

Para uma estadia confortável a preço razoável, propomos os Hotel Tivoli.
É um hotel muito acolhedor, que dispõe de todas as comodidades.
A sua situação, no centro da cidade, dá-lhe a possibilidade de se movimentar com toda a liberdade pelas redondezas, experimentar as iguarias da cozinha moçambicana dos variados restaurantes que por ali existem.

PARCERIAS